27 junho 2009



Taí o tipo de gente que eu gosto!
Uma caveira por dia!

Como diz um guru,
A gente tem que fazer, fazer, fazer, fazer e fazer. E só.

23 junho 2009

Processadores e o Arroz no Xadrez




"Quer Aprender Sobre Magia e os Mistérios da Vida? Comece Estudando Matemática..."

Um Atari usa um processador de 8 bits (bem como o CP200 que meu vô me deu e me iniciou no mundo da informática!), assim ele sabe contar em "uma só palavra" 256 números (de 0 a 255), bem como o Nintendinho... Pra fazer mais cores, realizar mais contas ou com números maiores, tem que pensar um tempinho!

Já o Super-Nes, MegaDrive e os 80X86 de 16 bits sabem enxergar números de zero a 65535.

Os processadores Pentium de 32 bits sabem mostrar de uma só vez até o número 4 bilhões, 294 milhões, 967 mil 296.

As primeiras máquinas que podem registrar o valor de grãos de arroz da lenda do Xadrez, aliás cujo limite é exatamente esse número, são os processadores de 64 bits, que contam até 18.446.744.073.709.551.615. (18 quintilhões)

Depois que montam um processador com essa capacidade de processamento, a HP empacota eles com Windows 32 bits, emburrecendo-os! :)

A magia da vida se realiza na matemática.
A prova de que as Leis de Deus são imutáveis são óbvias olhando para a matemática.

Esta é uma das lendas sobre o surgimento do xadrez, mostrando um lado mais místico para o surgimento desse antigo e interessante jogo que fascina milhões de pessoas pelo mundo.

"Conta-se que o rajá indiano Balhait, entediado com jogos em que a sorte acabava prevalecendo sobre a perícia e a habilidade do jogador, pediu a um sábio de sua corte, chamado Sissa, que inventasse um jogo que valorizasse qualidades nobres, como a prudência, a diligência, a lucidez e a sabedoria, opondo-se às características de aleatoriedade e fatalidade observadas no nard (antigo jogo indiano com dados).

Passado algum tempo, Sissa se apresentou ao rajá com sua invenção. Tratava-se de um tabuleiro quadriculado, sobre o qual se movimentavam peças de diferentes formatos, correspondendo cada formato a um elemento do exército indiano: Carros (Bispos), Cavalos, Elefantes (Torres) e Soldados (Peões), além de um Rei e um vizir (Rainha). Sissa explicou que escolheu a guerra como tema porque é a guerra onde mais pesa a importância da decisão, da persistência, da ponderação, da sabedoria e da coragem.

O rajá ficou encantado com o jogo e concedeu a Sissa o direito a pedir o que quisesse como recompensa. Sissa tentou recusar a recompensa, pois a satisfação de ter criado o jogo, por si só, já lhe era gratificante. Mas o rajá insistiu tanto que Sissa concordou em fazer um pedido:

- Desejo, como recompensa, um tabuleiro de Xadrez cheio de grãos de trigo, sendo que a primeira casa deve ter um grão, a segunda deve ter dois, a terceira deve ter quatro, a quarta deve ter oito, e assim sucessivamente, dobrando o número de grãos na casa seguinte, até encher todas as casas do tabuleiro com o número de grãos correspondentes.

O rajá se recusou a satisfazer um pedido tão modesto, e tentou persuadir Sissa a escolher uma recompensa mais valiosa. No entanto, Sissa disse que para ele bastava que lhe fosse conferida aquela recompensa, e nada mais.

Diante disso, o rajá ordenou que lhe dessem um saco de trigo, julgando que nele haveria pagamento de sobra, mas Sissa se recusou a aceitá-lo. Disse que não queria nem um grão a mais nem a menos do que lhe cabia receber.

Foi só então que o rajá ordenou aos seus matemáticos que calculassem a quantia exata que deveria ser paga, e descobriu, para sua consternação, que todo o trigo da Índia não era suficiente, aliás, todo o trigo cultivado no mundo, durante dezenas de anos, não seria suficiente! A quantia era 264 - 1 grãos de trigo, que corresponde à soma da série:

1 + 2 + 4 + 8 + 16 + 32 + 64 + 128 + 256 + 512 + 1.024 + 2.048 + 4.096 + ... + 9.223.372.036.854.775.808, isto é, 18.446.744.073.709.551.615 grãos de trigo!

Para alívio do rajá, Sissa disse que já sabia que sua recompensa não poderia ser paga, pois aquela quantidade daria para cobrir toda a superfície da Índia com uma camada de quase uma polegada de espessura."

27 maio 2009

1% de extinção em 1 dia


Um tigre branco que foi tirado de seu habitat e preso em um zoológico foi assassinado hoje por ter matado seu tratador. O estresse da vida dele fora da selva além de evidente e criminoso já era uma aberração pelo simples fato de um dos únicos cento e vinte tigres brancos do mundo estar preso. Agora, devido ao incidente, mataram o bichano. Claro, como é que iam prender ele? Isso já tinham feito! Deram agora a pena de morte, que já estava de perpétua por ser pego sem documento na selva.

Só me consola que a vida do tigre branco está melhor assim.
Livre.

Estúpida raça humana pede seu fim.
Estúpida raça humana acha que é dona do mundo mesmo.

NUNCA teremos o Universo com um comportamento de serpente.
Somos traidores de nossos próprios irmãos, e a lenda de Caim e Abel se revela uma história de cada dia da humanidade.

Hipócrita, unilateral, desequilibrada, desigual, culpada, cega humanidade.

Suja de sangue até o último fio de cabelo.
Suja de miséria e riqueza. Suja de fome.

Humanidade sem sentido, vazia, correndo atrás do ouro que nunca deu alento às custas de suor e sangue, o diamante da vida que é consumida todos os dias por um sistema de opressão mascarada.

Derramando sangue sem parar.
Todo dia.
Sem parar...

Triste humanidade, alimentanto a própria fornalha que a consome (sem perceber?)...

E aos poucos que se ama fica o tostão que se deixa.
E aos muitos que se ama fica a eterna possibilidade de que realmente valhamos à pena.

A triste notícia se encontra (com leve deturpação em favor dos humanos) no site da folha.

18 maio 2009

Festinha de Sabadera

Sábado teve o festerê.

Quem estava lá, lá estava.
A quem não estava digo que foi muito bom!

Muita sonzera variada com banda real na ala da frente, com Pow no vocal e guitarra e baixo (na próxima ainda falta o Ozonic!), Ale dando uma palinha com a Cris na torcida, o Aurélio tocando um monte e dando uma aula particular para Henrique Ignazewisky, o pequeno Viking (que estava lá com Limão e Mirian, from the Vikings Family).

Momento final main stream com Bleed do Nirvana e Here Comes Your Man do Pixies! A esta altura quem não estava tocando ou cantando estava pulando! Sensacional!

Presença marcante da família Groo Silveira, com um presente de 40% de álcool que poderia ter feito a festa ir mais longe, coisa que não foi necesária!
:)

Nat e Tozatti também!

Marc Bullet, maluquete representando os Bêla, conseguiu arrancar um Lobão ao vivo!

Destaque total para o pogo da Lilian e da Paulinha, que também deram sua palinha, e a Su que ficou só no canto (tipo o Rafael)! Pelo jeito ficou meio braba pq disse que não recebeu convite, mas desde que saí do Orkut ficou difícil manter contato por email sem ser pela lista...

Na garagem a banda do Guitar Hero com Flazé, Bamban, WelSilva e Lufron, num nível MEDIUM/HARD/PROFI, o cachorro quente do Edilson (que depois ainda levou um vinho delicioso, o Nick e a Lari), supervisão geral com a Lindy (sensacional), Dona Lorena chegando de Fiat 147 com a Sueli, que cantou todas do Metalica.

As 22h30 a barulheira encerrou lá na frente com a Alessandra pedindo Welcome To The jungle do Guns e um sensato Aurélio perguntando "Os vizinhos não se incomodam?" Ops! Chegou a hora de parar!

Na garagem, a banda do Guitar Hero continuou até as 23h30 com promessas de novas reuniões nas duas frentes (Banda Free Style Real vs. Guitar Hero)

Resumo da ópera:
Diversão de monte, com muita gente fina e boas risadas! Mais uma pro arquivo nostalgia!

Tks Folks!

Agora é acordar cedo e voltar pra real...
mas com um sorrisão na mente!

Fotos Bizarras de Família



Algumas de mau gosto,
outras só engraçadas...

Todas enviadas e doadas voluntariamente ao site.
Vale à pena visitar.

http://awkwardfamilyphotos.com/

15 maio 2009

200


Ducentésimo post!

Que posso perceber além de que nossa vida é assim, também, composta de várias postagens.

Um dia depois do outro. Um dia diferente do outro, uma essência comum, porém a natureza diferente. Uma constância de estar aí, apesar de tudo.

Mas o que acho mais importante é a percepção de que nossa vida passa como as postagens, e é bom que possamos gostar da nossa vida. Se temos que trabalhar muito, que seja um trabalho que gostamos, se temos que comer pouco, que seja de comida saborosa, se temos que sofrer, que seja sem culpar a ninguém.

Quem é feliz é feliz com o que tem.

Quem é feliz é feliz com o que tem.

Porque quem é feliz é feliz com o que tem.

E é assim que é.

Nada temos, nada nos pertence, nossos carros estarão em carcaça e nossos corpos já terão virado pó. Até as sacolas que utilizamos no mercado ontem podem durar mais tempo neste planeta do que nós mesmo.

Que possamos ter a única coisa que temos:
A NOSSA VIDA.

Feliz. Amém.

11 maio 2009

Windows Seven



Depois de quase deixar pra lá e não instalar a versão beta do Windows Seven, embarquei na curiosidade e instalei-o. Pensei que ia ter a mesma experiência ou parecido com o Vista, que amava mastigar o HD, do jeitinho que só o Windows Vista sabe!

Para minha surpresa, com uma performance muito boa, talvez até melhor que a do XP, um consumo de recursos da máquina bastante reduzido (528MB de memória ocupados enquanto eu uso o messenger, o chrome e o paint). Uma carinha bonita como o Vista, além de um gerenciamento de energia (e consequente duração da bateria) muito bom. Até se parece mais com o KDE!

Não tenho dúvida: tem tudo pra fazer o que o Vista não fez: conquistar os consumidores do XP. Sem aceleração 3D pois o driver pra Intel 945G não saiu, apesar dos protestos no site da Intel (e do instalador ser tão chato que não deixa instalar os drivers do Vista no Seven) mas o note, um centrino 1.86GHz com 1.5GB de RAM e 100GB de disco ficou deliciosamente estiloso e rápido.

Para o nerds de plantão e curiosos:

Inscreva-se e baixe já sua versão do Seven que funcionará até o começo do ano que vem! Nem que seja pra instalar na máquina virtual dentro do seu Linux, ou no Bootcamp do seu Mac. Vale à pena brincar com ele.

:)

08 maio 2009

Nós, Poderosos Humanos!!



Nós, os poderosos humanos, achamos que somos donos do mundo.
Desse mundo, nossa nave espacial, planeta Terra, mãe Gaia, tão explorada por nós e que a bilhões de anos se adapta ao espaço e ao Sol. Que por centenas de milhões de anos alimentou todas as formas de vida (às vezes as alimentou uma com as outras é verdade, a natureza depende muito de si mesma).

e nós em centenas de milhares de anos chegamos aonde chegamos. e vamos pra onde vamos. a continuação de nosso percurso espacial, o infinito e eterno Universo, imensuravelmente maior que nossa própria imaginação.

Nós, os poderosos humanos, tomamos o planeta pra nós...
só não sabíamos que éramos crianças,
e hoje somos adolescentes rebeldes em busca de si,
perdidos por aí...

Nós, os humanos...

07 maio 2009

Going On (Keep It On)



Tentando ficar em paz comigo, conflito com o mundo.
Em minha mente as antagonias da realidade.
Em um fim, o começo. A vida me lembra de sua existência através da morte.
Tão cego sou, preciso de um lembrete senão durmo.

Em um toque a esperança, em um erro a ruína,
fortuna, fama, miséria,
agonia vespertina,
depressão, monotonia,
tristeza, vida vazia...

ouço no fundo
que o mundo vai acabar.
Nessa hora vou parar, e ver.

debaixo da voz do mundo,
um sussurro...
turvo pela química,
quantos erros tenho, e poucos acertos.
Escolho meus companheiros pelos olhos.
E canalizo minha fúria e maldade
em seres que mal conheço.

Quanta aflição e desolação e solidão,
em nome do progresso e civilização,
desde que comeram a maça, Eva e Adão.
Poesia ruim é comigo, Irmão.

02 maio 2009

Uma Historinha...



Acordou cedo, reclamando da vida. O mau-humor prevalecia, em um dia aonde trabalhar não fazia o menor sentido, ainda mais aquele trabalho. Estava o matando. Pegou o carro, um belo carro novo, e saiu em cima da hora. Mais cinco minutos pra sair e chegaria atrasado, e o chefe já não estava gostando da frequência dos atrasos. A vida estava insuportável, mas nada tinha feito ou planejava pra mudá-la.

As ruas estavam livres, semana entre natal e ano novo, muita gente tinha viajado. Ao começar a praguejar de novo lembrou da menina que fez a consciência pesar dois dólares.

Lembrou-se do ônibus que o levou uma vez pra cidade de Chichero. Pessoal de excursão, com dindin no bolso coisa e tal, e quando o ônibus parou uma visão incrível, como de toda a extensão das terras incas. Uma imensidão de montanhas e à frente, uma igreja. Como em todo templo inca, agora só restavam suas ruínas e uma igreja no lugar. Na época da inquisição destruiam tudo.

E uma porção de crianças vendendo coisas. Bolsas, luvas, camisas, mantas. Tudo. Uma porção. Uma tristeza. Pobreza. O lugar abandonado. "Compra, três dolares!", a outra "Compra esta, que bonita! Quatro dólares!" As respostas "não não depois agora não ah! olha que bonita! na volta a gente vê" e foi passear. O guia contou a história do lugar e da igreja, do que já tinha acontecido lá. A feira na porta mostrando do que mais vive, dum comércio que estava quieto. Na saída, todo mundo comprando. Era só tirar uma nota e vinham crianças com promoções, para todos. Viu uma menina que especialmente queria vender.

Ela fazia mais e mais promoções "duas por cinco!" mas ninguém levava. Quando todos estavam entrando no ônibus, ela falou prum tio "um dolar!" ele falou "levo". Ela olhou triste pro tio "dois dólar?" ele falou não e entrou no ônibus.

Lembrou-se que então o olhar da menina veio em sua direção, muito triste, e cansada, e disse "dois dólares?"... foi um tempo longo e a resposta veio firme "não obrigado"

de dentro do ônibus viu ela fazer ainda o sinal de um... um dólar pensou. devia ter comprado. por cinco. ela estava lá ainda quando pensou isso. Podia ter mudado tudo. Mas sentou-se e foi embora, com toda a excursão e comentários. Alguns sobre a pobreza, mas a maior parte sobre a história e a igreja e as coisas que baratas!

E a partir dali sua consciência começou a pesar dois dólares. Mas eram pesados e ficavam lá o tempo todo. Antes disso o peso era pequeno de outras coisas da vida. Mas esses dois pequenos dólares, que não iam faltar tanto assim, pesaram.

De breve teve que voltar. Por quê o cara da frente freiou? De Chinchero pra realidade em um décimo de segundo. Desviou do carro, praguejando contra o motorista que reduzia a velocidade bruscamente, e acelerou rápido pela pista da esquerda quando ouviu a buzina. Só deu pra ver o caminhão vindo e ...

Tinham reasfaltado a rua poucos dias antes, e as faixas de pedestre estavam apagadas. Não viu o sinal vermelho e passou batido no cruzamento.

Não viu o sinal vermelho e se foi...
com dois dólares de dívida na consciência...

30 abril 2009

Serenidade



“Uma das qualidades de uma mente serena é que ela não pensa muito. Isto porque ela é uma mente inocente. Ela pensa apenas o quanto for necessário. Uma mente serena pensará assim: OK, eu já pensei sobre isso então porque eu deveria pensar mais sobre isso? O silêncio dentro da serenidade é muito
poderoso. Ele cria espaço para honestidade. A verdade é muito simples.”

Mohini Panjabi, Serenity, Purity, November, 2001


Vamos fechar as janelas da nossa mente que não precisamos usar.
Computador com muito programa aberto fica lento e não funciona.

24 abril 2009

A Morte



A morte,
o fim (ou o começo, com sorte)
que tanto aflige até o grande (de porte)
e nos mostra quem realmente é forte.

Mas no mundo de cansaço e confusão,
à princípio sem saída ou solução,
a morte é nossa salvação,
um descanso da desolação...

Veni, Vidi, Morri

23 abril 2009

In Dividuo Em Divisão



Indivíduo, o indivisível, virou In Dividuo, o em divisão.

O homem, em sua luta pelo progresso, primeiro saiu da sua união com a Natureza e com o Universo.

Em seguida, rompeu com sua própria espécie, declarando inimigos entre os seus, e lutando contra seus próprios irmãos, no sentido biológico até.


Obviamente nunca encontrando paz em sua jornada, continuou buscando a paz pelo mundo. Em mais terras, em terras mais bonitas, em mais comida, em comida mais gostosa, em mais sexo, em sexo mais vazio, e em nada disso conseguiu encontrar paz maior do que o próprio tempo que se leva para "saborear" tais prazeres...

E continuou a peregrinar pelo mundo, criando seus filhos em sua própria mentalidade de dominar tudo: de que é Seu, do Homem, por direito, possuir a natureza. Mentira das mais óbvias e evidentes, já que a Natureza destrói quantos homens quiser. E o homem ao destruir a natureza destrói a si junto. Não tem como competir. Nós dependemos dela. Ela não depende de nós.

E caminhando pelo mundo ensinou a seus filhos que o mundo era deles. E ensinando a seus filhos, esses ensinaram aos seus, e assim, depois de tantas gerações, existiam muitas e muitas famílias que acreditavam que o mundo era seu. E desse seu mundo fizeram o que quiseram, e cá estamos.

Hoje nada muda. Vivemos entristecidos e deprimidos em uma sociedade que é uma máquina, máquina essa que nós mesmos construímos sem a preocupação de ajustá-la de acordo com regras justas e Universais, como o equilíbrio.

E a máquina agora funciona por si só, sugando almas e mentes para seu funcionamento, fazendo crer que esse trabalho resolve o problema. E resolve: resolve UM problema daquele que está trabalhando, que é $$. Mas nesse sistema, pensemos: se todos vivemos em um mundo único, e estamos todos juntos, poderíamos fazer com que tudo ficasse melhor uns pros outros, em coisas simples, em menos posses, em menos ganância. O que vemos apesar disso é o inverso: um ser que se degenera cada vez mais em seu poder sobre o meio.



Tirando petróleo contamina a água,
mas o óleo vale ouro.

Eu mesmo me vejo tão imerso em coisas que criei pra mim que pouco tempo tenho pra ver o mundo sem olhos presos, sem olhos turvos. Mas quando vejo me assusto de minha própria cegueira. Me assusto com meu mal, com minha ignorância, com minha espectativa de Poder e Ser que nada mais é que mais uma construção humana decaindo.

E agora, depois de tanto tempo acreditando na divisão, o homem chega na barreira final: mantando a si mesmo aos milhares, o mais triste nível atingido de divisão: a divisão de si mesmo. Suicídio, guerras, síndrome bipolar de humor (maníaco-depressão), risadas demasiadas vazias com um coração triste e só... Parece que o próprio homem agora crê que sua salvação está na própria destruição de sua espécie.

E chegando aqui, só temos uma saída, e ela não fica pra frente, nem pra trás, nem pra esquerda, nem pra direita, pois criamos um beco sem saída alguma.

A saída fica pra cima, em outro modelo, em outra realidade, em outro nível existencial, de consciência, de vida e de tudo.

Pouco tempo nos resta,
pouca vida nos resta,
no meio de muitos bens,
poucas benesses...

18 abril 2009

As Vezes só Vemos o Que Querem Que Vejamos

Este não é um post sobre mágica.
É um post sobre como nossa mente é enganada facilmente...
especialmente devido a nossas categorizações de cada coisa e padrão de pensamento sobre o que queremos ver...

só vemos o que queremos ver mesmo!

15 abril 2009

tanta gente sofrendo,
sem comida,
sem saúde,
ou sem casa,

e eu reclamando da vida! (ou melhor, de estarmos vivos sem saber)
tem gente que primeiro tem que sobreviver pra poder pensar....

A VIDA



Revolta! Puta que pariu estamos vivos!

E de vez em quando em algum final de semana a gente tira a roupa elegante e coloca um jeans velho, pra fazer um barulho e tirar as máscaras... quem sabe o som todo faz com que nossos pensamentos fiquem com um volume mais baixo na nossa mente?

Será que a gente pode recuperar a esperança no mundo e nas pessoas mesmo depois de encarar duas horas de trânsito todo dia? Teremos energia pra viver?

No que tornamos a realiade? Acordar? Todo mundo junto sair, ir trabalhar, almoçar todo mundo no mesmo horário, voltar todo mundo ao mesmo tempo pra casa, pra dormir, acordar...

E aí de vez em quando a gente acorda, percebe que a gente tava fazendo isso de trabalhar pra ter uma graninha pra passear, comprar umas cervejas de vez em quando e pagar a comida das crianças e do cachorro, colocar uma gasosa no tanque pra sair e pronto... Mas hoje a gente faz isso pra pagar as contas e trabalhar mais pra comprar mais coisa.

E as coisas da mente de cada um ficam no sótão das relações sociais.
Não se fala, não se menciona, os erros, o lado escuro, oculto, a mente, os pensamentos secretos... Nada existe do lado de cá do véu, aonde compramos.

No lado de cá do véu, aonde compramos e comemos e vivemos grande parte do tempo, parece que a vida é isso mesmo. Parece que somos só isso. Parece que temos mais é que "aproveitar a vida" mesmo...

aproveitar a vida... que é isso?

Que sabe o que quer pra si? E quem sabe ser feliz?

Quanto tempo teremos que fingir ser sérios e esquecemos que somos REAIS?
Quanto tempo esqueceremos de nós mesmos, do nosso poder como seres humanos, como co-criadores da realidade?
Quanto tempo faremos as coisas como se tivéssemos vindo dos macacos mesmo?

Só falta juntar a mente com o coração,
num sábado à tarde,
com as pessoas que a gente gosta,
e um violão...

09 abril 2009

A Verdade Está Lá Dentro

coracao desenhado na areia

No meio do fervo do São Paulo e Corínthians passando no jornal na TV, ouvi da carta que o São Paulo (que ficou cego por uns dias e teve uma revelação divina) escreveu para os Coríntios (que eu não sei se eles jogavam bola também) e que diz mais ou menos assim:

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, porém o maior destes é o amor”.

E o Renato Russo escreveu a música Monte Castelo, porque essa parte da Bíblia fala umas coisas mais importantes, baseadas totalmente no fato de que aprender a amar é mais importante ou mais urgente do que qualquer outra coisa no mundo.

E essa parte fala também que vemos hoje uma parte, mas no perfeito vemos a face.

E é isso mesmo que falta,
e o texto, todo destruído do tempo,
reescrito traduzido e reimpresso em centenas de idiomas,
continua mais atual que nunca.
Sempre.

Paz de Espírito Não Tem Preço.

Apodrecendo por Dentro



Triste constatar tanto sofrimento,
gente trabalhando que nem robô,
sendo tratato como cachorro velho,
sem apoio, saúde, dinheiro ou mesmo alguém pra ouvir.

Tratar como querem ser tratados, amar como querem ser amados. Pouco sabem o tanto que falam, e as palavras todas já estão tão desgastadas que parecem não ter mais efeito, exceto o da massificação e da bruxaria de palavras da mídia e das propagandas.

Gente ignorante e mal educada no trânsito.
Gente burra e estúpida nos tratamentos.

E não é por maldade.
É por inconsciência.

Tem quem nem lembre que está vivo, de tanta coisa que quer deixar no mundo e tirar dele.

Mas sei lá,
só tenho a dizer,
que isso não serve pra ter paz não.

E a paz de espírito não tem preço que pague.

05 abril 2009

8x5

Um dia de oito horas de trabalho,
e uma semana com cinco desses,
mais algum projeto de vida,
e nos sobram os finais de semana...

A humanidade tem tudo,
mas não tem nada...